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	<title>Ploog.com.br &#187; Baú de Crom</title>
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	<description>Entretenimento, curiosidades e tecnologia.</description>
	<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 20:03:02 +0000</pubDate>
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		<title>ROMA - A Série.</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 20:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Já escrevi sobre a série Roma aqui, mas na verdade foi um texto bem curto, onde eu falava também sobre várias outras séries. Com certeza, um espaço tão pequeno não faz justiça a uma produção tão maravilhosa quanto esta.
Infelizmente, os altos custos da produção (a mais cara série de todos os tempos) fez com que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já escrevi sobre a série Roma aqui, mas na verdade foi um texto bem curto, onde eu falava também sobre várias outras séries. Com certeza, um espaço tão pequeno não faz justiça a uma produção tão maravilhosa quanto esta.<br />
Infelizmente, os altos custos da produção (a mais cara série de todos os tempos) fez com que &#8220;ROMA&#8221; tivesse apenas duas temporadas. Felizmente, a estória (ou nesse caso, história?) ficou redonda, e quando a segunda temporada termina, você não fica com a impressão de que ficou faltando algo. Mas com certeza, mais coisas poderiam ser contadas.<br />
A série se passa em 52 a.C., quando o general romano Júlio César derrota o rei de todos os celtas, Vercingétorix. Essa vitória desequilibra a batalha pelo poder contra o cônsul de Roma, Pompeu, que representa a luta entre o povo, que apoia César, e os patrícios, que apoiam Pompeu.  A série trata dessa luta de poderes, na qual César tenta transformar a República Romana em um Império. Este objetivo, entretanto, somente será conseguido por seu sobrinho-neto, Otávio Augusto, no ano de 27 a.C.<br />
Além de personagens históricos famosos, como César, Pompeu, Brutus, Marco Antônio e a rainha do Egito, Cleópatra, há personagens fictícos e semi-fictícios. O fio condutor da série, e um de seus grandes destaques, são o Centurião Lucius Vorenus, vivido pelo excelente Kevin McKidd e o legionário Tito Pulo, vivido pelo<br />
não menos talentoso Ray Stevensson. Segundo consta, existiram mesmo dois soldados romanos com esses nomes, citados por Júlio César em seus relatos da  Guerra contra os celtas. Na verdade, seriam da XI legião e ambos seriam centuriões, ao contrário do que mostra a série.<br />
Mas fora esses detalhes, o que importa mesmo na série é o maravilhoso enredo, carregado de intrigas políticas e uma narração corajosa, com uma violência crua, interpretações brilhantes de todo elenco e dois dos melhores personagens da televisão (e também do cinema ou qualquer outra mídia). É impossível não se tornar fã de Pulo e Vorenus, nem se emocionar com sua amizade, apesar de suas falhas de caráter.<br />
ROMA é apara quem tem estômago forte, mas garanto. Vale a pena cada segundo, como valeu cada centavo investido nessa produção. Deixo aqui dois aperitivos da série, e tenho certeza de que você vai ficar com muita vontade de assistir.<br />
http://www.youtube.com/watch?v=35nrS59Dxg4<br />
http://www.youtube.com/watch?v=GXL_VUaBtGI&amp;feature=related</p>
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		<title>O Silmarillion e Nightfall in Middle-Earth</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 00:47:23 +0000</pubDate>
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Depois de muito tempo sem poder escrever quero encerrar o ano com uma dupla indicação, principalmente para aqueles que, como era meu caso, só conhecem o Universo do “Senhor dos Anéis” criados pelo escritor J.R.R. Tolkien através dos filmes de Peter Jackson.
A primeira indicação é o livro Silmarillion,  uma coletânea de trabalhos do autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Silmarillion" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/janeiro%202010/silmarillion.jpg" alt="" width="560" height="196" /><br />
Depois de muito tempo sem poder escrever quero encerrar o ano com uma dupla indicação, principalmente para aqueles que, como era meu caso, só conhecem o Universo do “<strong>Senhor dos Anéis</strong>” criados pelo escritor J.R.R. Tolkien através dos filmes de Peter Jackson.</p>
<p>A primeira indicação é o livro <strong>Silmarillion</strong>,  uma coletânea de trabalhos do autor J.R.R. Tolkien, editados e publicados postumamente pelo seu filho, <em>Christopher Tolkien</em>. O livro conta os anos anteriores ao Senhor dos Anéis e ao Hobbit.</p>
<p>Não se trata de uma leitura fácil, é verdade. Em parte, porque o livro cobre um período enorme de tempo. Muitos fatos são relatados, vários personagens importantes aparecem, morrem e outros tomam seus lugares. A riqueza de detalhes, que impressiona, também não tornam a leitura dessa obra uma coisa simples e rápida. Por isso é praticamente indispensável que durante a leitura você faça algumas paradas e consulte o Glossário e as árvores genealógicas no final do livro.</p>
<p>Apesar da dificuldade da leitura, tenha certeza de que vale a pena. Em parte, por desfrutar da maravilhosa criatividade e conhecimentos sobre mitologia de Tolkien, em parte porque a leitura dessa obra oferece subsídios valiosos (até mesmo essenciais) para entender o Universo de Senhor dos Anéis. A origem de Elfos e Homens, a criação do mundo, quem era <strong>Morgoth</strong>, o primeiro Senhor da Escuridão, qual a origem de <strong>Gandalf</strong>, <strong>Saruman</strong> e <strong>Sauron</strong>, enfim, várias coisas que se não sabemos podem até não comprometer o entendimento dos filmes, mas que quando sabemos os tornam ainda melhores e mais interessantes. Finalmente, leitura difícil não é sinônimo de leitura chata. Muito pelo contrário, a leitura de “O Silmarillion” é mais ou menos como assistir a versão estendida do “Retorno do Rei”. Você nem sente o tempo passar, apesar da atenção que tem que dispensar a cada detalhe.</p>
<p>A segunda indicação é o álbum “<strong>Nightfall in Middle Eath&#8221;</strong>, da maravilhosa banda alemã Blind Guardian. O CD é uma obra conceitual e fala exclusivamente sobre o livro “Silmarillion” em todas as suas faixas. Se eu acho bom? Foi exatamente por causa desse CD que eu quis fazer a leitura de “Silmarillion”. A banda é fã da obra de Tolkien e tem músicas como “Lord of the Rings” e a maravilhosa “The Bard Song”, mas nesse álbum os caras realmente abusaram do talento. Apesar de eu achar o álbum inteiro maravilhoso, meu destaque vai para a faixa de abertura,  &#8221;War of Wrath&#8221;, que fala sobre o conselho de Sauron a seu mestre Morgoth de fugir dos triunfantes Valar na Guerra da Ira. Morgoth envia-o para longe e reflete sobre os acontecimentos que levaram à sua derrota, &#8220;Into The Storm&#8221;, que fala sobre Morgoth e Ungoliant, que fogem de Valinor depois de terem destruído as Duas Árvores e sua luta pela posse das Silmarils, &#8220;The Curse of Fëanor&#8221;, em que Fëanor exprime a sua indignação e raiva e admite que cometeu erros, especialmente o Fratícido, na perseguição de Morgoth,  &#8220;Captured&#8221;, inspirada no cativeiro de Maedhros filho de Fëanor por Morgoth, em Thangorodrim, Time Stands Still (At the Iron Hill), inspirada no épico confronto entre Fingolfin, rei supremo dos Noldor, e Morgoth, senhor do escuro, as portas de Angband. Fingolfin o fere sete vezes, porém sucumbe ao seu extremo poder e finalmente, aquela que considero a melhor faixa do álbum e uma dos maiores momentos do Rock, &#8220;Nightfall&#8221;, na qual Fëanor e seus sete filhos lamentam a destruição forjada por Morgoth e juram vingança para chegar a ele, apesar da proibição dos Valar.</p>
<p>Não entendeu tudo? Só lendo o livro cara, então aproveite as férias, leia o livro e ouça o CD. Assista o filme? Hum&#8230; Alguém aí sabe o telefone do Peter Jackson?</p>
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		<title>Falta imaginação.</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:18:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Já comentei com muita gente que o cinemão americano está vivendo uma crise (séria) de criatividade. Cada vez mais as grandes produções do ano são adaptações de livros e HQs, refilmagens, continuações de séries retomadas depois de anos, pré-continuações e outras coisas do gênero. Filmes de séries como &#8220;Jogos Mortais&#8221; são feitos em escala industrial. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já comentei com muita gente que o cinemão americano está vivendo uma crise (séria) de criatividade. Cada vez mais as grandes produções do ano são adaptações de livros e HQs, refilmagens, continuações de séries retomadas depois de anos, pré-continuações e outras coisas do gênero. Filmes de séries como &#8220;Jogos Mortais&#8221; são feitos em escala industrial. A violência que no primeiro filme da série chocava se tornou banal e as torturas já no terceiro filme (parei por aí) já eram forçadas demais.<br />
Outro sintoma&#8230;. Fora uma ou outra honrosa excessão, não há uma geração de diretores no mesmo nível daquela que marcou os anos 1970, como Spielberg, Francis Ford Coppola e Martin Scorssese. Claro, estes ainda estão na ativa, há Clint Eastwood e caras como James Cameron e Peter Jackson, mas no geral, o cinemão está nas mãos de uns cabeças de bagre como Michael Bay, que apresenta um padrão interessante. Seus filmes ficam cada vez mais chatos, cansativos e dependentes de efeitos especiais.<br />
E filmes de vampiros então? Quem aguenta ver mais chupadores de sangue em cena? Eu não. E depois de assistir &#8220;Drácula de Bram Stoker&#8221; de Francis Ford Coppola e Gary Oldman de Drácula, para que mais um filme de vampiro? É o mesmo que uma bandinha ruim como o NX-Zero tocar depois do Led Zeppelin ter feito um show. Ou seja, é passar vergonha. Mas mesmo assim, os estúdios, diretores e produtores insistem nessas fórmulas batidas, de fácil digestão.<br />
Cada vez mais difícil é assitir obras inovadoras, como a série Lost ou o recente filme &#8220;Distrito 9&#8243;, de Neil Blomkamp e produzido por Peter Jackson.<br />
No filme, uma nave alienígena chega a Terra e por aqui fica. Os alienígenas passam a ser &#8220;refugiados&#8221; e são discriminados pelos terráqueos. O filme se passa na África do Sul (seu diretor é desse país) e pode ser entendido como uma referência no Apartheid, o vergonhoso regime de segregação racial que existiu no país por décadas. Interessante e inusitada mistura de ficção científica e política. Criatividade é coisa cada vez mais rara.</p>
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		<title>Um pouco de ficção científica&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 00:46:42 +0000</pubDate>
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Chega a ser curioso&#8230; Não penso em mim mesmo como um fã de ficção científica. Se me perguntam meu gênero favorito, tendo imediatamente a responder que são a aventura e épicos, como “Coração Valente”. Mas se me pedem para listar rapidamente alguns dos meus filmes favoritos, muitas ficções científicas aparecem na lista, sem que eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Ficção Científica" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/outubro%202009/ficcao-cientifica.jpg" alt="" width="556" height="195" /><br />
Chega a ser curioso&#8230; Não penso em mim mesmo como um fã de ficção científica. Se me perguntam meu gênero favorito, tendo imediatamente a responder que são a aventura e épicos, como “Coração Valente”. Mas se me pedem para listar rapidamente alguns dos meus filmes favoritos, muitas ficções científicas aparecem na lista, sem que eu me de conta. Acredito que isso aconteça porque muitas vezes não penso em alguns desses filmes como ficções científicas. Este gênero na verdade pode ser divido em muitos sub gêneros ou estilos. Aqui deixo algumas indicações de grandes filmes da ficção científica, que dividi de acordo com sub gêneros.</p>
<p><strong>Aventuras</strong>: Sem dúvida a melhor série de aventuras dentro do gênero ficção científica é a trilogia original de <strong>“Star Wars”</strong>. A série iniciada em 1977 mudou a forma de se fazer cinema e abriu caminho para outras grandes séries de aventura como “Indiana Jones”. Correria ininterrupta, cenas de batalhas, fugas espetaculares, como nos bons filmes de aventura, mas ao invés de navios, naves, ao invés de armas de fogo, armas laser, ao invés de duelos de espadas, duelos com sabres de luz. E muita diversão.</p>
<p><strong>Invasão alienígena</strong>: Este é um sub gênero que teve seu ápice durante a Guerra Fria, com os alienígenas fazendo as vezes dos comunistas. Um dos grandes momentos desse estilo de ficção científica é <strong>“A Guerra dos Mundos”</strong>, de 1953. A refilmagem de Steven Spielberg e estrelada por Tom Cruise atualizou o tema. Outras boas pedidas são <strong>“Sinais”</strong>, onde Mel Gibson tenta proteger a família dos ETs invasores e até mesmo a patriotada <strong>“Independence Day”</strong> consegue ser divertida se você desligar o cérebro por duas horas e meia. Ah, vem aí a refilmagem de <strong>“V – A Batalha Final”</strong> para a televisão.</p>
<p><strong>Animações</strong>: O ponto alto da mistura animação e ficção científica é sem dúvida <strong>“Wall-e”</strong>. Em minha opinião esta não só é a melhor animação de todos os tempos (ao menos de todas que já assisti) como também é um dos melhores momentos do cinema na década. Além disso, o filme consegue ser uma homenagem ao cinema mudo na sua meia hora inicial, aos musicais e passar uma mensagem extremamente comovente sobre nossa relação com o planeta e a sociedade de consumo acomodada na qual vivemos. De quebra, tem dois dos personagens mais carismáticos do cinema desde o ET de Spielberg, os robozinhos Wall-e e Eva. A Pixar se supera a cada ano como uma ilha de criatividade no mar de mesmice que se tornou o cinemão americano. Imperdível é pouco.</p>
<p><strong>Policial</strong>: Tem como o gênero policial se misturar à ficção científica? Claro. Não só policial, mas o policial noir, com detetives que usam sobretudo, atmosfera esfumaçada, boates mal freqüentadas e tudo mais que temos direito. Esse filme é claro só pode ser o cult <strong>“Blade Runner – O caçador de Andróides”</strong>. O filme, dirigido por Ridley Scott é uma adaptação de um conto do escritor americano Philip K. Dick. Em 2019 o ser humano usa andróides muito mais ágeis e fortes que um homem comum para colonizar outros planetas. Porém estes andróides têm apenas quatro anos de vida e são ilegais na Terra. Um Blade Runner é um policial que tem a missão de “remover” qualquer andróide do planeta. Harrison Ford é um desses policiais e parte no encalço de quatro deles, que estão por aqui justamente porque querem&#8230; Mais tempo de vida. Indispensável para qualquer cinéfilo.</p>
<p><strong>Terror</strong>: Um dos pontos alto tanto da ficção científica quanto do gênero terror é sem dúvida a série <strong>“Alien”</strong> iniciada em 1979. O primeiro filme, <strong>“</strong><strong>Alien – o oitavo passageiro”</strong> é de Ridley Scott e conta, além da criatura, com o terror gerado pela própria nave Nostromo e sua atmosfera caustrofóbica. O segundo filme, <strong>“Aliens - o Resgate”</strong>, é de James Cameron e além do terror flerta com a ação, colocando uma equipe de militares não contra um, mas contra vários alienígenas. Muitos fãs torcem o nariz para <strong>“Alien 3”</strong>, o que considero uma injustiça. O brilhante diretor David Fincher já mostrava aí seu talento para criar filmes com um tom sombrio e mórbido, trazendo de volta o clima do filme de 1979. Alien 3 se passa em uma colônia penal espacial, e não faltaram interpretações pouco ortodoxas para o filme. Se você já chegou até aqui, não fará mal assistir o quarto filme da série, <strong>“Alien – a ressurreição”</strong>. Este sim, em minha opinião é um pouco inferior aos outros três, mas o talentoso diretor francês Jean Pierre Janeaut consegue manter o clima. E já que o terceiro retoma o clima do primeiro, o quarto parece se inspirar no segundo mostrando inclusive a aterrorizante “rainha alien” que fez sua primeira aparição no filme de Cameron.</p>
<p><strong>Ação</strong>: James Cameron é mesmo um dos maiores nomes da ficção científica. Além do brilhante segundo filme da série “Alien” Cameron é o criador da série <strong>“Exterminador do Futuro”</strong>. No futuro, homens e máquinas estão em guerra. Um robô conhecido como Exterminador (vivido por Arnold Scharzenegger no seu auge) viaja do futuro para a década de 1980 para matar a mãe de Jonh Connor, líder da humanidade nessa Guerra. A resistência humana manda um protetor. Se segue um dos melhores filmes de “gato e rato” do cinema, com suspense e cenas de ação de tirar o fôlego. Dá para ser melhor? Dá. Em 1992 Cameron repete a dose, faz <strong>“Exterminador do Futuro 2”</strong>, revoluciona os efeitos especiais, ganha rios de dinheiro e quatro Oscars. O filme tem mais ação, mais suspense, mais cenas chocantes e Scharzenegger dessa vez como o herói do filme. Reprogramado, o Exterminador dessa vez protege o jovem John Connor de uma outra máquina muito mais letal e avançada, o T-1000.</p>
<p><strong>Sérios/ Políticos/ Filosóficos</strong>: Há  filmes de ficção científica que trazem questões mais profundas e até polêmicas. Perguntas clássicas como, de onde viemos, para onde vamos, há um objetivo para nossa existência? Há uma Força criadora por trás de tudo no Universo? Estamos sós? Como reagiríamos se, de repente, descobríssemos que há outros seres na galáxia, infinitamente mais avançados do ponto de vista tecnológico? Acredito que dentro desse tipo de filmes de ficção científica mais “cabeça” dois obrigatórios são<strong> “2001 – Uma odisséia no espaço”</strong>, de Stanley Kubrick e baseado na obra de Arthur C. Clark (um dos grandes nomes da literatura científica do século XX) e <strong>“Contato”</strong>, do diretor Robert Zemecks, e baseado no best seller do maior divulgador da Ciência de todos os tempos, o brilhante Carl Sagan. Neste último caso posso dizer que o livro é muito melhor, mas o filme vale principalmente pelo elenco, em especial Jodie Foster.</p>
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		<title>Um clássico do Domingo Maior</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 00:31:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[O Predador]]></category>

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		<description><![CDATA[Domingo à noite, fim do Fantástico. Hora de tristeza geral para a nação dos amantes do final de semana? Nem sempre. Em um daqueles momentos de pequena alegria que todos amamos, você se lembra que a Segunda-Feira será&#8230; Feriado!!!!!!!
E para tudo ficar ainda melhor, basta que o Domingo Maior passe algum filme decente, aí você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/outubro%202009/bau-de-crom-predador.png" mce_src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/outubro%202009/bau-de-crom-predador.png" title="Baú de Crom - O Predador" class="alignnone" height="195" width="556"><br />Domingo à noite, fim do Fantástico. Hora de tristeza geral para a nação dos amantes do final de semana? Nem sempre. Em um daqueles momentos de pequena alegria que todos amamos, você se lembra que a Segunda-Feira será&#8230; Feriado!!!!!!!</p>
<p>E para tudo ficar ainda melhor, basta que o Domingo Maior passe algum filme decente, aí você poderá ir dormir de madrugada e feliz da vida. Então, começa o filme&#8230; O espaço. Uma nave risca a escuridão e caí na Terra. Os amantes dos filmes de ação da década de 1980 vibram. Agora é só preparar um lanche bem gorduroso e aproveitar o espetáculo.</p>
<p>Se alguém aí não reconhece essa cena inicial, trata-se de “<b>O Predador</b>”. A sinopse? “ O major Alan &#8220;Dutch&#8221; Schaefer (Arnold Schwarzenegger) lidera uma equipe de resgate em uma selva da América Central, para tentar encontrar um ministro estrangeiro e funcionários do governo que saíram da rota e se perderam. O exército acredita que eles estejam nas mãos de guerrilheiros, mas o que eles não imaginam é que a floresta esconde uma ameaça mortal, um ser de outro planeta, fortemente armado, que sente enorme prazer em matar.”</p>
<p>E que me perdoem os fãs de “<b>Sexta-Feira 13</b>” e “<b>A Hora do Pesadelo</b>”, mas assustar uns adolescentes virgens que só sabem gritar é moleza. Se Jason ou Fredy estivessem nesse filme, Scharzenegger e companhia palitariam os dentes com a faca e com as unhas deles. O Predador alienígena do filme é a versão anabolizada desses psicopatas. Só mata aqueles que valem a pena serem caçados, que podem representar um desafio de verdade. O diretor John McTiernan mistura ação, suspense, terror e ficção científica com precisão. Pouco depois dirigiria outros grandes filmes de ação, como “<b>Duro de matar</b>” e “<b>Caçada ao Outubro Vermelho</b>”. Nós&#8230; amantes dos filmes de ação da década de 1980, dos lanches gordurosos e das segundas-feiras que são feriados agradecemos.</p>
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		<title>Bad Brains: The Legends of Punk</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 21:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Bentivenha</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Música]]></category>

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Depois de ler a coluna que  o Celso escreveu sobre o Led Zeppelin, comecei a considerar a idéia de também  escrever sobre uma de minhas bandas preferidas. Bem, a banda escolhida então é o  Bad Brains, lendária banda punk formada no final dos anos 70 em Washington DC.  Quando eu digo lendária, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Bad Brains" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/agosto%202009/bau-de-crom-bad-brains.png" alt="" width="556" height="195" /><br />
Depois de ler a coluna que  o Celso escreveu sobre o <a href="http://blog.ploog.com.br/musica/bau-de-crom-a-maior-banda-da-historia/" target="_blank">Led Zeppelin</a>, comecei a considerar a idéia de também  escrever sobre uma de minhas bandas preferidas. Bem, a banda escolhida então é o  <strong>Bad Brains</strong>, lendária banda punk formada no final dos anos 70 em Washington DC.  Quando eu digo lendária, não é só coisa de fã não, pois os caras promoveram, a  sua maneira, uma verdadeira revolução no rock ‘n roll. Foi uma das primeiras  bandas a fundir estilos e tendências dentro do rock, fazendo uma mistura de punk  rock e reggae, e o que é melhor: os caras mandam bem pra caralho nos dois  estilos!</p>
<p>Em 1982 lançaram  seu primeiro álbum “Bad Brains” em formato de fita cassete, tendo em sua  formação <strong>H.R.</strong> (voz), <strong>Dr. Know</strong> (guitarra), <strong>Darryl Jennifer</strong> (baixo) e <strong>Earl Hudson</strong> (bateria), onde a banda desenvolveu um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Punk_rock" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">punk rock</a> muito rápido e intenso e musicalmente mais complexo e extremo que os seus  contemporâneos, mesclado com o mais puro reggae roots. É considerada uma das  primeiras bandas americanas de hardcore e mais para frente, foram os primeiros a  fazer a fusão do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Heavy_metal" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">heavy metal</a> com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funk" target="_blank" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview ('/outbound/pt.wikipedia.org');">funk</a>,  sendo influencia fundamental para outros grandes nomes como <em>Faith No More</em>,  <em>Living Colours</em>, <em>Deftones</em> e <em>Rage Against the Machine</em>. Suas letras tem um forte  cunho social e político, com mensagens religiosas (os músicos são adeptos do  Rastafari).</p>
<p>Em 1983 sai o  álbum <strong>Rock For Light</strong>, considerado um clássico para os apreciadores do gênero. A  este segui-se o também clássico <strong>I Against I</strong> de 1986, que marca mudanças  fundamentais na sonoridade da banda, com influências do heavy metal, que veio a  confirmar-se no álbum seguinte, <strong>Quickness</strong> de 1989.</p>
<p>No inicio dos anos  90, H.R. e Earl Hudson deixam a banda e são substituídos respectivamente por  <strong>Israel Joseph</strong> e <strong>Mackie Jay</strong> (baterista do Cro-Mags). Lançam, com esta formação o  álbuns Rise, porém público e crítica torcem o nariz a esse trabalho. Depois  desse, <strong>God of Love</strong> de 1995 (com H.R. de volta aos vocais) também é um fracasso.  Em 1998, voltam a sua formação original e relançam EPs raros do inicio dos anos  80, como o <strong>Omega Sessions</strong>. Em 2006 lançam <strong>Build A Nation</strong> produzido por Adam  Yauch dos Beastie Boys, que marca o retorno da banda a seu estilo original, ou  seja, punk rock rápido mesclado com reggae. Vale lembrar também o tributo que a  banda ganhou em 1999, chamado Never Give In: A tribute to Bad Brains, que conta  com grandes nomes como Sepultura, Downset, Moby, Ignite, Snapcase entre  outros.</p>
<p>Sem dúvida uma das  bandas mais influentes do cenário punk/hardcore norte-americano, fundamental  para quem curte o estilo. Quem conhece sabe do que estou falando. Quem não  conhece, corre atrás que vale a pena.</p>
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		<title>Dança com lobos e o índio no cinema norte -americanos.</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 22:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Baú de Crom]]></category>

		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[Por muitos anos, o cinema norte-americano teve como um dos seus principais vilões os povos indígenas que habitavam originalmente o território que viria a ser o que hoje chamamos de EUA.
Os antigos faroestes pintaram esses povos para o público como  selvagens e ignorantes, grande obstáculo do nobre homem branco que tinha como missão levar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por muitos anos, o cinema norte-americano teve como um dos seus principais vilões os povos indígenas que habitavam originalmente o território que viria a ser o que hoje chamamos de EUA.<br />
Os antigos faroestes pintaram esses povos para o público como  selvagens e ignorantes, grande obstáculo do nobre homem branco que tinha como missão levar os valores da civilização cristã até os confins do mundo.<br />
Felizmente, essa visão estereotipada e totalmente falsa dos povos indígenas dos EUA começou a mudar nas década de 1960 e 1970.<br />
Não sei até onde o belo livro &#8220;Enterrem o meu coração na curva do rio&#8221; de Dee Brown influenciou essa revisão histórica do índio pelo cinema norte-americano. Mas com certeza, deu sua contribuição e mostrou a necessidade do cinema de Hollywood fazer justiça a esses povos. O livro conta a versão dos indígenas da conquista do Oeste, de como um povo com uma tecnologia bélica mais avnaçada massacrou a maioria das pessoas de um outro povo e sem cerimônia, privou os sobreviventes de suas crenças e cultura.<br />
Talvez o primeiro filme que traga uma nova visão do índio no cinema seja &#8220;Um homem chamado Cavalo&#8221;, de Elliot Silvestein e com Richard Harris.<br />
Porém, acredito que o melhor de todos seja &#8220;Dança com lobos&#8221;, dirigido e estrelado por Kevin Costner. Quase não dá  para acreditar que antes dele se perder em meio há vários filmes ruins ele tenha comandado um filme tão maravilhoso. No filme, um oficial do exército dos EUA é mandado para um posto distante, onde acaba travando contato com o povo Sioux. A medida que ganha confiaça dos índios, o oficial vai percebendo que tudo que havia escutado de negativo sobre aquele povo era mentira. Por fim, ele acaba se tornando um deles (Dança com Lobos). Mas quando tudo está bem, o exército vai procurar seu ofical desaparecido. O filme levou 7 Oscar, incluindo melhor filme, tendo desbancado adversários de peso, como &#8220;Os bons companheiros&#8221; e &#8220;Poderoso Chefão 3&#8243;. Se você ainda não assistiu,  pode pegar na locadora, pois vale a pena.</p>
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		<title>Clube da Luta: 10 anos de uma das obras mais polêmicas do cinema</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 17:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Bentivenha</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Baú de Crom]]></category>

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		<category><![CDATA[Clube da luta]]></category>

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Clube da Luta (Fight Club,  EUA, 1999). 135 min. – Direção: David Fincher
O narrador do filme, interpretado por Edward Norton, relata os mais recentes eventos de sua vida em flash-back.
Ele leva uma vida que muitos consideram perfeita: tem um bom emprego, um apartamento luxuoso e todas as comodidades da vida moderna. Mas não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="alignnone" title="Clube da luta" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/bau-de-crom-clube-da-luta.png" alt="" width="556" height="195" /><br />
Clube da Luta</strong> (<em>Fight Club</em>,  EUA, 1999). 135 min. – Direção: David Fincher</p>
<p>O narrador do filme, interpretado por <strong>Edward Norton</strong>, relata os mais recentes eventos de sua vida em flash-back.</p>
<p>Ele leva uma vida que muitos consideram perfeita: tem um bom emprego, um apartamento luxuoso e todas as comodidades da vida moderna. Mas não é feliz. Ser um capitalista não mais o satisfaz. Ele sofre de insônia, e busca algum prazer através do consumo, que se torna compulsivo. Um dia ele conhece <strong>Tyler</strong> (Brad Pitt), um vendedor de sabonetes com idéias subversivas, que o faz ver que a melhor maneira de lidar com suas angústias é voltar a seu estado animal e deixar fluir a violência contida dentro de si. Literalmente, se sentir vivo trocando socos e chutes num clube clandestino fundado por eles, e que logo vai ganhando cada vez mais adeptos.</p>
<p>Um drama recheado de humor negro, que na verdade é uma reflexão sobre o capitalismo globalizado, o vazio existencial e a crise moral que atinge uma geração de homens que vivem sob sua hegemonia, uma geração que, de tão enigmática e mal resolvida foi apelidada justamente de “geração X”. A masculinidade neste final de século XX encontra sérias dificuldades para continuar afirmando sua força na sociedade moderna, pois os valores estão tornando-se confusos: o homem não é mais o mesmo, a sociedade patriarcal está em colapso. Mas procurar reafirmar o espaço do homem através do instinto primitivo, ou seja, a violência, seria o melhor caminho? E como seria esta nova sociedade dominada pela barbárie pós-existencialista?</p>
<p>Sem dúvida um dos melhores filmes dos anos 1990, que vale a pena ser visto e comentado. Para finalizar, toma aí um soco por minha conta.</p>
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		<title>Conan: Um ponto de vista</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 20:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Animação]]></category>

		<category><![CDATA[Conan]]></category>

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Este fim de semana assiti ao filme &#8220;Os Desbravadores&#8220;. As críticas que tinha lido sobre o filme o classificavam como uma bomba, e infelizmente devo dizer, merecidamente. O filme parte de uma premissa interessante, um menino Viking é deixado na América 600 anos antes de Colombo chegar por aqui. Já adulto, ele vai defender os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Baú de Crom - Conan" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/bau-de-crom-conan.png" alt="" width="556" height="195" /><br />
Este fim de semana assiti ao filme &#8220;<strong>Os Desbravadores</strong>&#8220;. As críticas que tinha lido sobre o filme o classificavam como uma bomba, e infelizmente devo dizer, merecidamente. O filme parte de uma premissa interessante, um menino Viking é deixado na América 600 anos antes de Colombo chegar por aqui. Já adulto, ele vai defender os indígenas que o adotaram contra seu povo de origem.</p>
<p>O filme não é um lançamento, por isso não vou me alongar muito nos comentários sobre ele.  Se me interessei em assisti-lo foi porque o diretor <strong>Marcus Nispell</strong> foi escolhido para dirigir o novo filme de &#8220;Conan&#8221;, e como sou fã do personagem decidi ver o que poderia esperar da adaptação. Por Crom, coloquei minhas barbas de molho. É verdade que esse diretor conheceu um sucesso recente com a nova versão de &#8220;Sexta Feira 13&#8243;. As cenas de batalha de &#8220;Desbravadores&#8221; também não são ruins, e o diretor não deve economizar em membros multilados e cabeças cortadas. Então, do que estou reclamando? O problema é aquele que somente os muito fãs de Conan vão entender. Aqueles que já leram as estórias originais de Robert E. Howrad e que passaram muitas tardes de sua adolescência com uma revista em P&amp;B do personagem nas mãos e ouvindo um bom Rock. Apenas esses sabem que Conan é mais do que sangue e batalhas. O personagem não é só um brigão musculoso e de cérebro atrofiado, como foi representado naquela medonha série de TV. O <strong>Conan</strong> imaginado por Howard e transposto para as HQs por Roy Thomas e por brilhantes desenhistas como John Buscema, talvez, eu disse talvez, nunca funcione em outras mídias. Mas já reparei que essa costuma ser a opinião de qualquer grande fã sobre seus personagens favoritos.</p>
<p>Os fãs de Harry Potter podem até ter gostado dos filmes, mas sempre dizem que os livros são melhores. Os fãs de &#8220;O Senhor dos Anéis&#8221;, apesar do sucesso da série, reclamam de que muita coisa se perdeu, e os fãs de cada personagem adaptado para as telonas a partir das HQs reclamam que a suas origens foram modificadas demais (para que aqueles que não conhecem as HQs entendam o filme). Não tenho nada contra as adaptações de HQs, sei que a de Conan vai acontecer, e como em 1982 teremos um bom filme de ação, que vai agradar muita gente. Mas os fãs vão sair pensando que aquele personagem não é o Conan. Mais justo seria dizer que foi inspirado em Conan, mas dificilmente todos os nuances psicológicos do cimério serão devidamente explorados. Teremos mais um &#8220;Bradock&#8221; da Era Hiboriana.</p>
<p>Na minha opinião, a melhor maneira de adaptar Conan para uma outra mídia, seria fazer o seguinte: Uma série de animações baseadas fielmente nos quadrinhos. De preferência, em P&amp;B. Um primeiro filme mostraria sua origem nas colinas geladas da Ciméria. Um segundo, seu encontro com a pirata Bêlit. Um terceiro filme focaria Conan com cerca de 30 anos, talvez em uma aventura com os zuagires. Finalmente, um quarto filme o mostraria como o libertador da Aquilônia e como ele derrotou Numedides. O quinto filme deveria ser baseado em uma das melhores estórias do bárbaro, &#8220;A Hora do dragão&#8221;, publicada em Conan Rei 1 e 2. O bárbaro perde a coroa e tem que se aventurar até a perigosa Stígia para encontrar o amuleto que poderá derrotar o mago por trás do plano que tirou sua Coroa. Poderia ainda haver um sexto filme mostrando uma aventura do Rei Conan com seu filho Conn, mas o encerramneto da série deveria ser feito com base em &#8220;Conan das Ilhas&#8221;, quando o monarca já idoso e viúvo, abdica do trono e parte para uma última aventura no Oceano Ocidental.</p>
<p>Por que pensei que a adaptação deveria ser em animação? Primeiro, reduziria os custos, segundo, possibilitaria que tudo fosse feito mais rapidamente. Não precisaria ser lançado no cinema, poderia ser como uma série de televisão e ficaria mais simples manter as características principais dos personaegns. Sonja, Valéria e outros personagens clássicos poderiam aparecer.  Se fosse feito para televisão, poderiam dividir cada estória em dois episódios de uma hora cada, e teríamos então um total de catorze horas de Conan. Sei que isso não vai acontecer, mas sonhar é de graça.</p>
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		<title>Grandes batalhas do cinema</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 22:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Celso</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Baú de Crom]]></category>

		<category><![CDATA[Destaques]]></category>

		<category><![CDATA[300]]></category>

		<category><![CDATA[Coração valente]]></category>

		<category><![CDATA[Gladiador]]></category>

		<category><![CDATA[O Resgate do Soldado Ryan]]></category>

		<category><![CDATA[O Senhor dos Anéis]]></category>

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		<description><![CDATA[
Cinema pressupõe movimento. Então, talvez poucas coisas sejam tão cinematográficas quanto cenas de batalha. As grandes tomadas que mostram a movimentação de exércitos, os closes do choque entre homens (e algumas vezes máquinas). Esses e outros elementos, se bem trabalhados, podem nos brindar com momentos brilhantes e maravilhosas cenas de ação. Vamos a uma pequena [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Cinema" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/cinema.png" alt="" width="556" height="195" /><br />
Cinema pressupõe movimento. Então, talvez poucas coisas sejam tão cinematográficas quanto cenas de batalha. As grandes tomadas que mostram a movimentação de exércitos, os closes do choque entre homens (e algumas vezes máquinas). Esses e outros elementos, se bem trabalhados, podem nos brindar com momentos brilhantes e maravilhosas cenas de ação. Vamos a uma pequena seleção de filmes com grandes cenas de batalhas, que recomendo a todos:</p>
<p><strong><img class="alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Coração Valente" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/coracao-valente.jpg" alt="" width="125" height="184" />Coração Valente:</strong> Superépico vencedor de cinco Oscars, inclusive melhor filme e diretor. <strong><em>Mel Gibson</em></strong> estrelou e dirigiu o filme e imprimiu nele pela primeira vez aquilo que se tornaria sua marca registrada em filmes posteriores. Violência crua, com direito a membros amputados, cabeças degoladas, muito sangue jorrando e uma angustiante cena de tortura. Porém, nunca essa violência assume um tom apelativo ou de mau gosto. Ao contrário, ela se encaixa perfeitamente com a narrativa do filme, e se o diretor fizesse concessões e tornasse as cenas mais brandas, o filme com certeza perderia muito de seu impacto. Afinal, estamos falando de uma guerra medieval, onde a noção de direitos humanos ainda não era nem de longe discutida. Ponto para Gibson.</p>
<p><strong><img class="alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Gladiador" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/gladiador.jpg" alt="" width="125" height="187" />Gladiador</strong>: O filme do diretor <strong><em>Ridley Scott</em></strong> (Blade Runner) e estrelado pelo astro <strong><em>Russel Crowe</em></strong> levou cinco Oscar, inclusive Melhor filme e ator. Grande parte do sucesso deve ser creditada as maravilhosas cenas de batalha, principalmente a abertura, que mostra a campanha Romana comandada pelo general Maximus (Crowe) na Germânia. Ao contrário do que faz Mel Gibson em “Coração Valente”, Scott usa um tom menos “cru” e faz uso de recursos como a câmeras lentas para realçar a loucura do combate. Mas fique tranqüilo. Apesar de mais estilizada, a violência dos combates está lá e é impressionante.</p>
<p><strong><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/o-senhor-dos-aneis.jpg" alt="" width="125" height="187" />O Senhor dos Anéis. O Retorno do Rei</strong>: É verdade que todos os três filmes da série “O Senhor dos Anéis”, dirigidos por <strong><em>Peter Jackson</em></strong>, contam com ótimas cenas de batalha. Porém, o grande clímax está sem dúvida nesse terceiro episódio da saga, principalmente na batalha nos Campos de Pelennor. Aqui, ao contrário dos dois exemplos anteriores a violência é mais branda. Claro, o filme visou um público maior e a própria temática fantasiosa já diminui o terror de uma guerra. Mas nada que diminua o impacto, principalmente nas tomadas que mostram milhares de orcs confrontando os homens. Não por acaso o filme se tornou um imenso sucesso de bilheteria e levou 11 Oscars, incluindo filme e direção.</p>
<p><strong><img class="alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="300" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/300.jpg" alt="" width="125" height="186" />300</strong>: Baseado na HQ de sucesso de <strong><em>Frank Miller</em></strong> podemos dizer que o diretor <strong><em>Zach Snyder</em></strong> fez uma eficiente mistura de uma linguagem gráfica consagrada com Matrix para contar uma estória do estilo &#8220;espada e sandálias”. Os cenários são digitais, a violência é estilizada e impressionante. Os movimentos dos espartanos e a aparência dos inimigos são propositalmente irreais. O que vale é esquecer da verossimilhança e se divertir com o balé gráfico e violento orquestrado pelo diretor. Vale destacar também as boas atuações do elenco, especialmente do escocês <strong><em>Gerard Butler.</em></strong></p>
<p><strong><img class="alignleft" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="O Resgate do Soldado Ryan" src="http://i460.photobucket.com/albums/qq322/ploogblog/julho%202009/soldado-ryan.jpg" alt="" width="125" height="170" />O Resgate do Soldado Ryan</strong>: Para fechar essa seleção, vamos deixar espadas, machados e escudos de lado e colocar metralhadores e bombas na jogada. Apesar de muitos grandes filmes de Guerra terem também grandes cenas de batalha, como “Platoon” de Oliver Stone e “Apocalipse Now” de Francis Ford Coppolla, nenhum deles consegue ter tanto impacto quanto aquela primeira meia-hora de “Resgate do Soldado Ryan”. O diretor <strong><em>Steven Spielberg</em></strong> parece fazer quase um documentário sobre o ataque aliado à Normandia. O diretor já havia mostrado em “A lista de Schindler” ser capaz de chocar a platéia usando a violência sem ser apelativo para contar uma história (nesses dois casos, não estória). Mas nesses primeiros 30 minutos o diretor abusou de seu talento. Praticamente não há diálogos, apenas a loucura da guerra, soldados gritando de dor enquanto tentam empurrar as tripas para dentro de seus corpos de novo, um homem com o braço arrancado procura o membro (como se com esperança de que o mesmo pudesse ser reimplantado em 1944), balas zunem o tempo todo e mesmo os oficiais não sabem o que fazer em meio a esse terror. Como diria Marlon Brando no já citado Apocalipse Now, &#8220;o horror, o horror&#8221;.</p>
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