
Muito bem, dessa vez eu me adiantei e fui na estréia de Exterminador do Futuro: A Salvação. Se você viu ou pretende ver o filme, vou tentar dizer aqui tudo o que achei sem usar de spoilers… eu disse que vou tentar.
Pois bem, quarto exterminador do futuro e mais uma vez Connor na telona. Christian Bale sem dúvida provou ser um excelente ator e merecedor de grandes papéis, porém o destaque do filme não vai para ele e sim para Sam Worthington, fazendo o papel de Marcus Wright, uma máquina de infiltração criada pela Skynet.
A princÃpio pensei que por não termos mais Arnold Schwarzenegger como o “cara” do exterminador, o tÃtulo passaria para John Connor (Christian Bale), profetizado como o salvador da humanidade, mas não é bem isso que acontece, já que assistindo ao filme você pode ver claramente que seu enredo gira mais em torno de Marcus que de Connor.
Além disso, no filme também é possÃvel perceber várias referências dos outros exterminadores e também de outros filmes como Matrix (guerra das máquinas), Guerra dos Mundos (os robôs gigantes que prendem as pessoas em gaiolas suspensas) e até mesmo do filme do ano Wolverine… me lembrou bastante quando Marcus diz que precisa voltar a Skynet para saber o que fizeram com ele.
De uma forma geral o filme é cheio de ação e o cenário apocalÃptico muito bem feito. Apesar do roteiro com falhas e algumas vezes até corrido demais, vale a pena assistir e recomendo a todos os fãs, que terão algumas surpresas, e à queles que não são tão fãs assim, que com certeza irão se tornar um.












13.06.2009 às 15:23
Asssiti o filme Thiago. Confesso que me surpreendi, pois sendo do diretor McG, esperava uma bomba. Mas na verdade, o filme não só é superior a dispensável terceira parte como também é um eficiente filme de ação.
o destaque fica mesmo por conta do ator australiano Sam Worthington e também a participação virtual do eterno Exterminador Schwarzenegger. Perefitas suas observações a respeito das referências a filmes como “Guerra dos Mundos” (até o som dos robôes é parecido). Nota zero só para o cinema local que não disponibilizou uma cópia legendada. Puxa, um filme de censura 14 anos precisa de dublagem?
15.06.2009 às 14:15
O filme é muito fraco, tirando os efeitos especiais e as cenas de ação, não sobra nada. É um filme acomodado, só mesmo um fã muito alienado vai achar que esse filme merece ser assistido, mas os espectadores de cinema de hoje em dia parecem que só ligam pra isso mesmo, fazer oq?
19.06.2009 às 18:24
Temos que pensar qual é o objetivo do filme… Se você quiser falar sobre cinema de qualidade podemos conversar sobre a obra de Stanley Kubrick… Qual seu favorito? Apesar de não serem tão lembrados quanto “Laranja Mecânica” ou mesmo ” Nascido para matar”, gosto muito de “Glória feita de sangue” e de “Spartacus”, ambos com Kirk Douglas. Também podemos falar sobre Francis Ford Coppola, ou sobre as obras de Martin Scorsese na década de 1970 e 1980. Da interpretação de Robert de Niro em “Táxi Drive” e em “Touro Indomável”, ou ainda filosofarmos a respeito da obra de Denis Hopper, “Easy Rider” e como ela se encaixa no contexto da contracultura dos EUA na década de 1960. Se você gosta do tema, podemos conversar sobre a obra de Oliver Stone, principalmente, em minha opinião, sobre o filme “The Doors”, que mais do que uma biografia de Jim Morrison ou um filme “de banda”, é um rico painel sobre a geração paz e amor e é recheada de referências à música (Ray Manzarek cantando “Subterranean homesick blues de Bob Dylan para Jim Morrison na praia é genial) e ao cinema. Portanto, se alguns filmes tem objetivos artÃsticos mais elevados e outros simplesmente se prestam ao entreterimento, não é absolutamente justo dizer que algúem que acredita que um filme desse último tipo cumpre seu papel seja um fã alienado.
23.07.2009 às 22:40
apagaram o meu post hauahuaha que comedia!!!
24.07.2009 às 01:00
Verifique seu email, vai saber o porquê. Além disso aqui embaixo antes de enviar o comentário está escrito bem claro: “ofensas e palavrões não serão aceitos”, apenas as regras amigo, apenas as regras.