
“Presságio” parte de uma premissa interessante. Aqui no Brasil nunca ouvi falar de algo assim, mas nos EUA, alunos de escolas primárias muitas vezes criam “cápsulas do tempo”. Colocam desenhos e objetos em um recipiente e o enterram, para serem desenterrados anos depois por pessoas do futuro.
Nesse filme, Nicolas Cage é um cientista que tem como sua mais difícil tarefa criar o filho sozinho depois da morte trágica de sua esposa. Seu filho Caleb é um dos alunos presentes na cerimônia em que desenterram uma cápsula do tempo de 1959. Enquanto todos os alunos recebem envelopes com inocentes desenhos sobre como aquelas crianças imaginavam o mundo de 2009, Caleb recebe uma sequência de números.
Acidentalmente o cientista descobre que aqueles números revelam com precisão a data, o local e o número de mortos em todas as grandes tragédias do planeta desde 1959, como acidentes de avião, atentados terroristas, incêndios e terremotos.
Cage começa a investigar a origem da carta para impedir novas tragédias, e chega a uma conclusão assustadora.
O filme, do diretor Alex Proyas, de “Eu, Robô”, é um belo programa para quem quiser relaxar e desligar o cérebro por duas horas. Recheado de idéias absurdas e sem nenhum fundamento científico, funciona que é uma maravilha como suspense dramático. Você vai se segurar na cadeira, tomar bons sustos e torcer muito para o protagonista em sua busca pelo significado da mensagem. O final vai dividir opiniões, mas tenho que admitir foi bem corajoso e original.
O filme é mais um do estilo catástrofes do fim do mundo, muito superior ao medonho e preguiçoso “Fim dos Tempos” de Shyamalan e do mesmo nível do fantástico “O Nevoeiro”, de Frank Darabont. Três cenas espetaculares: A queda de um avião, melhor até do que a de Lost, o descarrilamento do metrô e principalmente a batida de um caminhão em um carro em alta velocidade.
Vale a pena uma visita ao cinema, principalmente para quem quer um aperitivo para “Wolverine” semana que vem.
Abraços a todos.












26.04.2009 às 20:35
Ainda não assisti ao filme.. mas está na minha lista pra ver ainda essa semana. Se eu conseguir comentarei aqui.
26.04.2009 às 23:14
Muito Bom o Filme, =D, Cenas Impressionantes. =)
Só não curti muito a história, e principalmente o final (Criacionista, será?). =D
27.04.2009 às 14:20
Com certeza criacionista Alexandre… Compartilho dessa sua opinião. Mas como já disse lá em cima, o filme realmente é recheado de absurdos científicos. Para nos divertimos temos que desligar o cérebro. Como filme de suspense, 8,5, como aula de ciência, 1,0… Tem aquela cena da aula no MIT.
07.05.2009 às 23:00
Bem, acabei de ver o filme, é criacionista sim, mas olhando de um ângulo deuterocanônico. Na verdade o enredo deve ser obra de mais um dos fies seguidores do profeta Erich Von Daniken. Bem mas como tudo é obra do acaso, as perfeitas distâncias do nosso sistema solar, que proporciona, inclusive a vida em nosso planeta, numa sucessão de eventos matematicamente impossíveis, então acho que o filme é na verdade uma preparação (por ressonância mórfica) do que a ciência caminha para provar (vide a matéria)
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2755242-EI301,00-Estudo+chances+de+vida+fora+da+Terra+sao+baixas.html
15.01.2010 às 16:09
SE FOSSEMOS AVALIAR ATÉ A CENA DA BATIDA NO CARRO, SERIA UM FILME IMPRESSIONANTE, NÃO SERIA DIFICIL DE DAR UM 9.0, PORÉM A ESTÓRIA NÃO TEM NENHUM NEXO E O FINAL É NO MINIMO DECEPCIONANTE, O QUE O TORNA UM FILME APENAS NOTA 6.0