Fã paga e se dá mal. LOL

Postado em 29 de May de 2008 por Thiago Rossener

Como todo leitor e acompanhante desse gigantesco mundo do entretenimento, você deve saber que a série Sex and the City terá seu filme devidamente lançado no próximo dia 30 nos EUA. Não acompanho a série e não tenho interesse em acompanhar, porém não posso discordar dos fatos. Se uma pessoa gasta 19 mil dólares comprando ingressos falsos, é porque a obra, no mínimo, merece respeito.

Ella Sherman, a britânica sedenta por Sex… and the City, esbanjou a maior parte do seu dinheirinho suado num leilão realizado pelo site eBay, supostamente comprando uma viagem pela companhia Destination on Location que lhe dava também ingressos para a estréia no Radio City Music Hall, em Nova York, e para uma festança de lançamento exclusiva no Museu de Arte Moderna de Nova York.

Além de tudo isso, no pacote estava incluso uma possível ida às compras nas lojas frequentadas pelas protagonistas da série, como a butique Jimmy Choo e Patricia Field, e ainda a chance de relaxar no SPA Soho House. Não sei onde ficam, mas devem ser chiques, e ponto.

Não bastasse o dinheiro gasto no leilão, a burrice da incontrolável fã foi além, e ela ainda arcou com U$ 2 mil pra ir de Cingapura, onde vive (é sério), até Nova York, e mais milão para se manter quatro noites num hotel.

A Destination on Location, obviamente, se recusa a devolver o dinheiro, alegando que ela própria foi vítima de um vigarista.

O New York Post ainda garante que, graças a sua metida no bedelho, a produtora do filme, New Line Cinema deu uma entrada para Ella assistir a estréia, porém ficará de fora da festa.

Isso aí, Ella não g… digo, a gente não ganha todas… mas também não perde tanto.

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Top 10 Brasil: Indy domina

Postado em 28 de May de 2008 por Thiago Rossener

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal é o filme mais visto no Brasil no ano em que estamos. Desde a sua estréia, dia 22, já arrecadou em todo o mundo nada mais nada menos que 310 milhões de dólares.

Aqui no país, Indy atraiu mais de 600 mil pessoas, sendo lançado em 545 salas de cinema. Essa foi a maior abertura internacional da Paramount e a maior do Brasil até o momento. Não é pra menos, o arquélogo agrada a todas as gerações, e a sua volta é esperada há 19 anos pra quem é fã desde a década de 80.

Além disso, o filme teve uma média de 1,1 mil ingressos por sala, arrecadando, juntamente com sua pré-estréia, 9 milhões de dólares só aqui.

Bem, a bilheteria é clara, e o retorno $$ visível, mas apesar de ter gostado do filme, não consigo deixar de pensar que ficou faltando alguma coisa, uma sensação de que poderia ser melhor, não que tenha sido ruim.

Como fiquei sabendo após ter acabado de assistir ao filme, a idéia dos - spoilers, cuidado! - ET’s foi do George Lucas, imagino que inspirado pela sua sextologia mais famosa (a única). Spielberg é e sempre será Spielberg, talvez deixando passar uma ou outra coisa, como na cena em que Henry Jones Terceiro dá uma de Tarzan, mas damos um desconto, as pessoas envelhecem certo?!

George Lucas usa e abusa dos efeitos, que ficaram muito bons, eu disse BONS, não necessários. Afinal, Indiana Jones é o que é pela criatividade desses dois, e se joga toda uma mente brilhante num computador, onde é possível fazer de tudo, é preciso uma terceira pessoa pra dizer, “chega, tá bom assim”, e essa pessoa somos nós, os fãs. A resposta de tudo isso é sem dúvida a bilheteria, mas talvez não por esse filme, e sim pelos anteriores, digo, quem não gostaria de ver a volta daqueles personagens de 20 anos atrás? Até meus pais.

Só saberemos se o filme agradou mesmo ou se o sucesso é só pelo seu retorno através das bilheterias, enquanto isso, fique com o Top 10 Brasil da última semana:

  1. Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal
    6.038.139 – 9.171.256
  2. Homem de Ferro
    1.550.851 – 20.886.237
  3. O Melhor Amigo da Noiva
    1.251.328 – 4.025.564
  4. Speed Racer
    957.500 – 6.270.484
  5. Efeito Dominó
    306.420 – 1.092.205
  6. Quebrando a Banca
    176.549 – 5.559.406
  7. Treinando o Papai
    112.840 – 2.976.397
  8. Super-Herói: O Filme
    89.769 – 8.112.810
  9. O Sonho de Cassandra
    76.334 – 1.293.913
  10. Um Beijo Roubado
    74.631 – 1.514.763

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Eu também sou um Blogueiro Fiel

Postado em 27 de May de 2008 por Thiago Rossener

Em janeiro recebi o Meme Especial “É um blog muito bom sim senhora!” do meu parceiro Will, e agora pra minha surpresa ganho o selo Blogueiro Fiel, indicação do Miguel Mascarenhas do Entretendo. Fico muito grato.

Como ele mesmo diz, não há um número determinado de blogs para indicar, então também vou indicar três, lá vai:

Bytes a Go-go!
Excelente blog sobre cultura pop, lá tem de tudo, cotidiano, cinema, música, web, games, vale a pena conferir.

Ambrosia
Novo na rede, mas com um conteúdo excelente, assim como o Ploog, eles falam de todas as áreas ligadas ao entretenimento, desde quadrinhos ao cinema.

Blogadão
Leio e não me canso, atualidades, variedades, e utilidade pública, famoso já na rede, mas pra quem não viu ainda, passa lá.

É isso aí.

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“X-Men Origins: Wolverine” tem filmagens encerradas

Postado em 25 de May de 2008 por Thiago Rossener

As filmagens de Wolverine acabaram na Austrália após terem sido terminadas na Nova Zelândia em fevereiro.

Segundo palavras do próprio produtor ditas para o site IESB.net, daqui a poucas semanas algumas cenas extras serão rodadas.

Além disso, há buchichos ouvidos próximos a produção do filme, de que Wolverine é brutal como um filme de ação dos anos 70.

Será mesmo? Depois dos infinitos personagens somados ao elenco, acho que deve sobrar porrada… agora, anos 70? É esperar pra ver.

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Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. O fã fala.

Postado em 22 de May de 2008 por Celso

Hoje, 22 de maio é meu aniversário de 27 anos. Ou seja, nasci em 1981, ano de Caçadores da Arca Perdida, e esperei então 27 anos para ver Indiana Jones na telona. Ontem, na pré-estréia em Taubaté, recebi esse presentaço de aniversário… Mas fora toda a coincidência, o que posso dizer do filme, o mais esperado da minha vida?

Li duas críticas bem diferentes sobre o filme… Posso citar os sites? Na dúvida não, mas o fato é que umas delas foi bem negativa, e a outra elogiou bastante o filme, embora tenha ressaltado algumas falhas… Não é por ser fã que vou aliviar, muito pelo contrário, porém também não dá para apontar só os problemas e esquecer das virtudes, dizendo que tudo era maravilhoso na trilogia original e tudo está errado agora…

Posso dizer que a espera valeu, fomos presenteados com mais uma deliciosa aventura do arqueólogo, embora claro, sempre fique com a sensação de que poderia ser melhor…

O que poderia ser melhor? Primeiro, Sean Conery faz falta, em seu maravilhoso papel de pai de Indy, e ponto final. Segundo, o chamado ” MacGuffin”(objeto que move a trama), a tal caveira de cristal do título. George Lucas disse que era o melhor desde a Arca Perdida do primeiro filme, e declarou que não gostava nem das pedras sankara do segundo nem do Santo Graal do terceiro. Não posso concordar. O problema não é a origem fantasiosa ou os poderes de tal objeto, afinal isso é uma característica comum de todos… Porém, a Arca, as pedras Sankara e o Graal, todos têm algo em comum, uma origem terrestre. Não precisavam ter dado uma origem extraterrestre as tais caveiras, o que em minha opinião destoa um pouco das outras tramas. Segundo, os vilões… Em Templo da Perdição os vilões eram um culto sanguinário de hindus, o que inclusive gerou protestos da Índia na época. Porém, os incontestáveis vilões da série sempre serão os nazistas, retratados de uma maneira que beira o (deliciosamente) caricatural…. Eles não são só maus, eles são os piores… Claro, Indy está mais velho, a Segunda Guerra acabou e os nazistas já eram… Entram os soviéticos… Bom, acho que nem fica muito bem mesmo pintar os soviéticos como vilões, afinal na vida real eles foram os principais responsáveis pela derrota dos nazistas na guerra… Mas como eram eles os inimigos dos EUA na época em que se passa o filme, lá estão eles… E Spielberg decidiu que os soviéticos do filme realmente não seriam tão maus. Eles não demostram desprezo pelos rivais, nem mesmo ostentam sua bandeira vermelha. Claro, há as brigas, as discussões, os tiroteios, mas são quase rivais respeitosos. Eles não soam ameaçadores como os nazistas de Caçadores e de a última cruzada. Não são os “exércitos das trevas marchando sobre a Terra”, como Sean se refere aos nazistas no terceiro filme. É mais ou menos assim… Indiana já enfrentou um país inteiro dominado por um louco. Agora ele parece enfrentar um bando de soldados que não parece ter nada a ver com a URSS…. Outro problema, o fantástico ator John Hurt parece meio perdido, como um substituto emergencial para Sean Conery. Finalmente, o final me pareceu uma cópia do assustador final de Caçadores…

E o que funciona? O que faz valer a pena? O que faz com que Indiana Jones seja ainda o “nome” da aventura, muito a frente dos genéricos? Primeiro, o próprio Harrison Ford, ainda perfeito no papel. O herói de carne e osso, que bate, mas também apanha, que sente medo, que se machuca, caí e levanta, que se rasga todo e que nem sempre pode se dar ao luxo de lutar limpo. Segundo. As cenas de ação, que ainda funcionam tão bem quanto nos filmes anteriores, mostrando que Spielberg só tem um. Finalmente, o melhor, que é a história familiar do personagem. Conery não quis voltar, mas o professor Henry Jones está lá, lembrado de maneira simples e singela, juntamente com o saudoso personagem Marcus Brody (nesse caso, o ator que o interpretava, me desculpe não lembro o nome, já faleceu, três anos após a realização de a última Cruzada). Uma cena simples e bonita, mostrando a fase de amargura pela qual o envelhecido Jones está passando. E é exatamente aí, quando o reitor de sua Universidade o adverte que ele está na idade em que a vida começa a tirar e não dar, que acontece a grande reviravolta. De repente, jogado de novo em uma aventura, ele reencontra Maryon Ravenwood, seu grande amor ( a química entre Ford e Karen Allen aida está lá). E mais que isso, contrariando a frase do reitor, descobre que tem um filho com ela… Shia LaBeouf ficou com a honra de interpretar Mutt Willians, ou melhor, Henry Jones Terceiro. E em um final em que depois de 21 anos (no tempo dos filmes, não para nós) Maryon e Indy finalmente se acertam, fica bem clara qual é a idéia que Spielberg e Lucas têm para dar continuidade a série… Coisa de gênio, embora eu confesse sem modéstia já ter tido essa mesma idéia sobre a continuidade da série algumas vezes nesses anos de espera pelo filme. Enfim, grande presente para os fãs, principalmente para aqueles que como eu nunca tinham visto Indy na telona.

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