Produtores respondem perguntas de elenco de Lost

Postado em 05 de March de 2008 por Celso

Pessoal, a “entrevista” rolou na TV americana:

Jorge Garcia (Hurley): “Aquele no caixão é Ben?”
Cuse: “Ah, vai, Jorge!”
Lindelof: “Fala sério. Ele só está tentando saber se não é ele, tipo processo eliminatório. A próxima questão é: ‘Seria o Michael?’”
Cuse: “Até o fim do ano saberemos quem é o corpo no caixão.”
Lindelof: “E Jorge definitivamente saberá antes de qualquer pessoa.”

Yunjin Kim (Sun): “Aaron é um dos Oceanic 6?”
Cuse: “Não estamos dizendo isso oficialmente. Queremos que o público entre em um debate sobre quem são os Oceanic 6.”
Lindelof: “Depois do episódio do Sayid, recebemos várias perguntas que não estávamos esperando, como ’seria Ben um dos Oceanic 6?’. Ele poderia ter assumido a identidade de alguém do avião que não tivesse familiares. Quem os seis são, de verdade, deve ser revelado no episódio de 13 de março. [As outras perguntas] confirmaremos ou negaremos depois desse episódio.”

Josh Holloway (Sawyer): “Agora é a vez de Jack com a Kate?”
Cuse: “[Rindo] Isso não soou muito romântico, mas entendi a mensagem… A situação entre Jack e Kate permanece sem solução e assim deve ficar por um tempo.”
Lindelof: “Podemos dizer que ainda não vimos o desfecho da relação de Sawyer e Kate nesta temporada. Nem de longe.”

Henry Ian Cusick (Desmond): “No barco é 2004. Qual é o ano no mundo de Penny? Qual é o ano em que os Oceanic 6 chegam em casa?”
Lindelof: “O que é fundamentalmente interessante sobre os pulos no tempo é que queremos manter tudo com sentido para quem assistir à série daqui a dez anos. Não queremos que a série fique datada. Então a questão não é exatamente qual o ano no mundo exterior [à ilha], e sim quantos anos se passaram entre a ação da ilha e os flash-forwards. Esse é um dos jogos divertidos que o público está jogando: ‘puxa, parece que Aaron está com 18 meses de idade… quantos meses ele tinha quando saiu da ilha?’.”
Cuse: “Há algumas questões de crescimento quando se entra e se sai da ilha. Não posso dizer mais do que isso.”
Lindelof: “Você já falou o bastante.”

Evangeline Lilly (Kate): “Michael chegou ao continente? Foi para casa? Voltou para resgatar a gente?”
Cuse: “A boa notícia é que Evie terá todas essas respostas no episódio de 20 de março.”
Lindelof: “Bom, a maioria.”

Cuse: “Essas questões formam a base desse episódio. Evie deve ficar feliz.”

Elizabeth Mitchell (Juliet): “Como Juliet ficou tão fodona? Quem a treinou? Os Outros?”
Cuse: “Deve ter rolado umas artes marciais em New Otherton [a vila dos Outros].”
Lindelof: “Ela provavelmente saiu para atirar com [o personagem Tom] Friendly, por isso consegue segurar uma arma tão bem. Mas a inspiração para Juliet ter ficado forte foi a própria Elizabeth. Quando ela chegou no teste de elenco ela estava com uma enorme tala no braço e ficou falando dos seus dias de kickboxing….”
Cuse: “E daí ela deu uma surra no Damon.”

Holloway: “Sawyer precisa de um maldito corte de cabelo! Já que eu estou morando com Hurley, será que ele poderia cortar meu cabelo?”
Lindelof: “[Rindo] Esse episódio é vítima da greve.”
Cuse: “Mas, sim, Josh pode ganhar novo penteado.”
Lindelof: “Josh talvez tenha esquecido, mas ele sempre pede isso. Ele fica falando ‘meu cabelo cresceu, Kate não pode cortar?’. Daí fizemos o episódio na segunda temporada em que ela corta o cabelo dele. Adoro como Josh escolhe quem será seu barbeiro quando ele quiser!”

Cusick: “O flash-forward de Jack no final da terceira temporada acontece depois dos acontecimentos do recente episódio de Sayid?”
Cuse e Lindelof: “Sim.”

Naveen Andrews (Sayid): “Damon falou uma vez em retornar à infância de Sayid. Não me pareceu balela naquela época. Isso foi deixado de lado?”
Lindelof: “Adoro o jeito como ele fala, ‘não me pareceu balela naquela época’, deixando implícito que soaria como balela hoje em dia… [Rindo] Certamente é algo que ainda queremos fazer. Não necessariamente um flashback inteiro de infância, mas pode haver eventos significativos na infância de Sayid que nunca revelamos.”

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Produtor fala sobre filme dos Comandos em ação

Postado em 04 de March de 2008 por Celso

O produtor de Comandos em ação soltou o verbo na VH1.

“Realmente adoramos o que os Comandos representaram nos anos 80, tanto o arco de histórias quanto o conceito de Comandos versus Cobra. O filme vai ser mais baseado nas HQs do que no desenho”, disse o produtor. Um dos criadores dos G.I. Joe nas HQs, o quadrinista Larry Hama está no filme. “Ele está trabalhando conosco no roteiro, e é possível até que o vejamos na tela”, disse Goldner.

“Todos nós sabemos do [clã ninja] Arashikage, sabemos de Snake Eyes e Storm Shadow, mas precisamos construir essa história. Sabemos a história do Duke e da Baronesa, mas realmente conhecemos a história de Destro? Precisamos voltar e contar a origem, contar como surgiu o traficante de armas escocês”, comentou o produtor.

“No fundo, o filme é todo sobre a ascenção do Comandante Cobra. Os fãs vão adorar, porque os levamos a uma jornada… Vamos voltar ao capítulo um e construir tudo a partir daí. Como nos quadrinhos, será uma história que roda o mundo, do deserto ao mundo subaquático, das montanhas às cidades”, concluiu Goldner

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Piratas do Caribe 4, A Lenda do Tesouro Perdido 3, Carros 2, todos em 2011

Postado em 03 de March de 2008 por Thiago Rossener

A Walt Disney pode estar preparando um de seus maiores anos na indústria do cinema.

Jack Sparrow e Ben Gates

De acordo com o site Aint-It-Cool a empresa planeja continuar três franquias de enorme sucesso em 2011: Piratas do Caribe, A Lenda do Tesouro Perdido e Carros.

Não é a primeira vez que um filme da Pixar terá continuação, Toy Story 2, que terá outra sequência em 2010, fez um enorme sucesso na época e a continuação de Carros não é pra ser diferente.

Quanto aos outros dois, a sequência de A Lenda do Tesouro… já era esperada, e muito bem esperada, sendo que o terceiro provavelmente terá como tema o reino perdido de Atlantis, como também já dá pra sacar no Livro dos Segredos. Já a continuação não confirmada e tão comentada dos Piratas é a que todos querem saber.

Os três primeiros filmes arrecadaram nada menos que 2,5 bilhões só nos cinemas de todo o mundo, e convenhamos, o que dá dinheiro não pode ser desprezado. Segundo boatos a Disney estaria estudando duas opções, uma seria uma produção com menos efeitos e portanto mais barata e a outra o contrário, com tudo o que tem direito, como nos dois últimos filmes.

O fato é que Geoffrey Rush e Johnny Depp estão interessados, o que é muito bom, mas se me lembro bem, Orlando Bloom não tem como objetivo participar das continuações da série e um pouco depois de Piratas 3 já tinha cogitado abandonar a franquia, por isso acho que não o veremos mais como bucaneiro nos cinemas.

Carros

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Os melhores filmes de presídio

Postado em 02 de March de 2008 por Celso

Uau… Isso é que é ser específico não? Não é, o melhor das aventuras, ou o melhor da ação, é “o melhor de filmes de presídio”.

Mas o engraçado é que filmes de presídio podem ser tanto aventuras eletrizantes, dramas comoventes ou até comédias. Na verdade na minha seleção de quatro filmes que considero os melhores filmes de presídio e que são também quatro dos meus filmes favoritos, três são dramas de primeira, e um de ação acima da média. Vamos a eles?

O Expresso da meia-noite (1978). Em minha opinião, uma das três obras primas do diretor Alan Parker (as outras são Coração Satânico e Mississipi em Chamas). O filme conta a história real de um jovem americano preso na Turquia por posse ilegal de drogas. O que no seu país de origem daria uma pena leve, na Turquia o condena a anos e anos de prisão. Em um sistema judiciário confuso, ele percebe na prática que não conseguiria sair dali vivo. A prisão é um elemento a parte. Parece mais um depósito de gente. Os presos ficam vagando o dia todo pelas dependências do lugar e estão sujeitos ao mal humor dos guardas. O filme tem ótimas interpretações, uma produção primorosa e cenas chocantes. Na minha opinião, uma das mais marcantes é a da visita da ex-namorada ao rapaz… Eles só podem se ver através do vidro, e perceba o desepero dele de não poder tocá-la. Oscar de roteiro para Oliver Stone.

Expresso da meia noite. Não deixe de ver.

Um Sonho de Liberdade (1995). Injustiçado. Essa palavra serve tanto para o protagonista do filme, vivido com vigor por Tim Robins, como para o próprio filme. Sete indicações para o Oscar e nenhuma estatueta? Forrest Gump, grande ganhador daquele ano pode ser um filmaço, Pulp Fiction também estava na disputa, mas sinceramente, considero este filme o melhor deste ano. O diretor e roteirista Frank Darabont é genial, e a partir de dois contos de Stephen King constrói um filme poético e forte. O tímido banqueiro vivido por Robins chega injustamente a prisão Shawshank, faz amizade com o veterano de cadeia Red, interpretado pelo mestre Morgan Freeman de maneira fantástica, impressionante, arrebatadora. Diante de toda a maldade e podridão do lugar, Drufrene (Robins) tem a presença de espírito e a perseverança para superar todos os problemas que aparecem ( e não são poucos) e chegar a um final arrebatador. Quem gosta de cinema, vai ver uma, duas, três vezes, e mais… E não vai se cansar.

Um filme maravilhoso. Um final arrebatador.

À espera de um milagre (1998). O mais recente desta coletânea, e acredito que por isso, o mais lembrado. Concorreu também ao Oscar de melhor filme em uma ano disputadíssimo. Era o ano de Beleza Americana, o Sexto sentido, O Informante e… Não me lembro o último, mas já deu para sentir né? De qualquer maneira o filme conseguiu seu lugar ao sol. As mais de três horas de projeção passam voando, você nem percebe. Isso porque o ritmo que o diretor Darabont imprime ao filme consegue te prender de uma maneira tão grande ao filme que você fica sempre torcendo para que aconteçam mais coisas, que novas estórias surjam. Da mesma maneira que no seu filme anterior, Um sonho de liberdade. Este, como aquele, é inspirado em um livro de Stephen King. Tom Hanks e Michael Clark Duncam (indicado ao Oscar de coadjuvante) têm interpretações brilhantes. E também todo competente elenco de apoio. Não consigo te dizer qual dos dois filmes do diretor aqui citados é o melhor. Posso garantir que assisti-los é uma experiência cinematográfica. A trama tem contornos sobrenaturais, ao contrário da outra, mas da mesma maneira pode servir de metáfora para a batalha entre a bondade e a maldade que existe na humanidade, e como a ingenuidade e a inocência podem ser armas poderosas nessa luta.

Um filme que faz bem para a alma.

Alcatraz - Fuga Impossíevel (1979). Chegamos ao último filme da lista. Se eu seguisse o critério de ano de lançamento, ele deveria estar em segundo. Então, por que por último este filme? Simplesmente porque este filme é diferente dos outros três, bem diferente. Nos outros três, homens bons, inocentes, ou ao menos ingênuos o suficiente para se prestar ao papel de traficante de droga em um país com leis mais rígidas para esse crime que o seu, são de repente jogados em um mundo onde estão cercados por dificuldades e maldades de todo o tipo. Com excessão de À espera de um…, nos outros dois os guardas e os diretores da prisão fazem de tudo para f… com esses caras. Com excessão de alguns amigos, há sempre outros presos que querem se aproveitar de alguma maneira dos seus novos companheiros… Esses homens conseguem vencer essas difculdades com seus espíritos, seus corações, sua força de vontade. Podem apanhar, mas nunca terão seus sonhos e espíritos dominados.

alcatraz.jpg

Esqueça tudo isso no eletrizante Alcatraz, do diretor Don Siegel, do clássico Dirty Harry. Aqui Frank (vivido por Clint Eastwood, também de Dirty Harry) resolve seus problemas com os outros presos é com os punhos mesmo. Nunca se diz porque ele foi preso, se era inocente ou não. Mas pela familiaridade com que anda pelos corredores da Rocha e com outros presos, ah, ele não é flor que se cheire. Que o diga o presidiário Lobo. Enfim, se nos outros filmes há uma metáfora para o eterno embate entre bons e maus, aqui o embate é entre os maus (alguns presos, guardas e diretor da prisão) contra o PIOR AINDA (Eastwood). E se prepare para um grande filme de suspense e ação. Ps: Se X-men fosse da década de 1970, Eastwood seria o Wolverine perfeito, não só pela semelhança física, mas principalmente pela maneira com que interpreta esse anti-herói.

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Os maiores Blockbusters do cinema

Postado em 29 de February de 2008 por Celso

Bom, a moda da semana foi escrever sobre o Oscar. Porém, não assisti aos principais filmes desse ano ainda. Seria desonesto da minha parte fazer isso.

Então, resolvi que era hora de escrever sobre algo que tenho na cabeça há tempos. Foi justamente o que não teve no Oscar. Blockbusters. Os filmes que são sempre os mais esperados do ano, aqueles que arrastam as multidões aos cinemas e os críticos chatos adoram malhar. Bom, alguns bem merecem, pois usam e abusam dos efeitos e esquecem do filme. Mas, se me permitem a falta de modéstia fiz aqui uma pequena seleção do que considero os melhores “arrasa-quarteirão” da história, e duvido que algum crítico consiga reclamar. Vamos lá?

Cartaz do filme.

Tubarão (1975). Este pode ser considerado o primeiro dos Blocks… O primeiro filme a fazer mais de cem milhões de dólares nas bilheterias. O primeiro sucesso de Spielberg. Enfim, um pioneiro. A estória é simples. Em uma cidade litorânea que vive do turismo ( Ubatuba, haha?), um tubarão começa a atacar os banhistas… Como as praias devem abrir por causa do turismo, o xerife local, um biólogo marinho e um pescador experiente vão na caça do bichão. O filme tem mais de trinta anos, mas está enxuto. Prepare-se para emoções fortes, muita aventura, ação e suspense. Tudo com um humor de primeiríssima. Atenção para: O diálogo dos três caçadores dentro da cabine… Genial. Não foi à toa que o filme recebeu três indicações para o Oscar.

Cartaz da aventura original de Guerra nas estrelas.

Trilogia original Guerra nas Estrelas (1977, 1980 e 1983). A coisa já é tão mitológica que nem vou falar muito. Todos sabem que o filme quase não rolou porque ninguém colocava fé naquele roteiro absurdo de um tal George Lucas. Imagina você. Você é um empresário de estúdio, quadradão, acostumado com roteiros sérios e verossímeis. Aí um maluco de barba e cabelo desgrenhado bate na sua porta, mostra um roteiro que incluí um bicho peludo gigante como personagem, lutas com espadas laser, efeitos especiais que não existem, e por aí vai. Você topava? Bom, alguém topou (com ressalvas, porque reparem como o primeiro filme termina de maneira fechada, para que em caso de fracasso não precisassem fazer mais), e George Lucas mudou o cinema para sempre. O filme original recebeu 7 indicações para o Oscar, incluindo melhor filme. Todos se tornaram sucesso de bilheterias e mudaram o foco da atenção de Hollywood para o público jovem. Além disso, foi o primeiro a levar as sagas do cinema para outras mídias, como o video game, livros e revistas. Um marco.

Três responsáveis pela criação das melhores aventuras do cinema.

Trilogia Indiana Jones (1981, 1984, 1989).

De volta a ação.Bom, o que esperar da união dos criadores de Tubarão e de Guerra nas Estrelas? Só a melhor série de filmes de aventura de todos os tempos. Dirigidos por Spielberg e produzidos por George Lucas, os filmes contam ainda com a presença de Harrison Ford como Indiana Jones, que nasceu para o papel. Todos os três filmes são ótimos e foram sucesso de bilheteria. Também neles há momentos muito engraçados e divertidos, ação mirabolante e coadjuvantes fantásticos, como o pai de Indy, vivido por Sean Conery no terceiro episódio da série. O filme original recebeu 8 indicaçoes para o Oscar e levou 4.

Bom pessoal, vou ficando por aqui. Na verdade, como podem ver, todos os filmes selecionados são da mesma dupla. Tem mais, muito mais, mas não ganho tão bem para escrever tanto, haha. Brincadeira, é sempre um prazer escrever sobre cinema, mas reamente não quero me estender muito. Poderia colocar aqui ET do próprio Spielberg, Homem-Aranha, a série X-Men, Piratas do Caribe, o Senhor dos Anéis e Matrix. Mas convido você a fazer isso. Quem você acha que merecia entrar nesta lista?

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